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Viagem Virtual

sexta-feira, outubro 8

Conceito Currículo e TIC

Atualmente o currículo escolar não é o mesmo proposto pela tradição escolar e conservado de igual maneira por todas as escolas. Pode-se mesmo dizer que, na era da tecnologia, o currículo escolar se forma a partir das necessidades de cada escola e de cada aluno.
Neste sentido, o currículo escolar passa a ser definido como sendo todas as situações vividas pelo aluno dentro e fora da escola, seu cotidiano, suas relações sociais, as experiências de vida acumulada por esse aluno ao longo de sua existência.
A integração do trabalho com as novas tecnologias no currículo, como ferramentas, exige uma reflexão sistemática acerca de seus objetivos, de suas técnicas, dos conteúdos escolhidos, das grandes habilidades e seus pré-requisitos, enfim, ao próprio significado de educação.
O uso do computador na escola poderá ou não acontecer, na medida em que isso será determinado pelos professores, pelo currículo. Do mesmo jeito, serão os professores e o currículo que determinarão a sua forma de uso, a riqueza ou a pobreza desse uso. Da própria proposta educacional da escola dependerá a forma de uso do computador e das tecnologias digitais a ele associadas.
Desenvolver projetos no âmbito do currículo requer do professor familiarização com as tecnologias, para que então, ele possa analisar o currículo e inserir o uso das mesmas em suas práticas pedagógicas. Levando em conta a proposta curricular, os interesses dos alunos, as possibilidades de uso das tecnologias, efetivando assim, sua ação pedagógica através de projetos.

Projeto: Poetas na Escola

Escola Municipal Profº Adélia Aguiar Barbosa
Série: 1º ao 5º ano
Disciplina: Língua Portuguesa
Professora: Elvira Ferreira Costa
Projeto: Poetas na Escola

Dados do projeto

O que o aluno poderá aprender com este projeto.
Neste projeto, o aluno evidenciará que leitura e escrita são instrumentos básicos para o ingresso e a participação na sociedade em que vivemos, com o uso das tecnologias será mais significativo o aprendizado, instrumentos esses necessários para a compreensão e a realização da comunicação do homem na sociedade contemporânea. Bem como, desenvolver além da criatividade, o senso crítico com os seguintes objetivos:

1- Aumentar a familiaridade dos alunos com poemas;
2- Desenvolver a vontade de ler poemas e fazer dessa leitura um hábito de lazer e conhecimentos;
3- Despertar no aluno as questões: Onde? O quê? Como? E por quê ler?
4- Perceber o cuidado com a rítmica na leitura de poemas;
5- Produzir textos a partir da leitura de poemas;
6- Desenvolver a habilidade de ouvir poemas; e
7- Criar poemas.

Duração das atividades

2(duas) semanas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

Professor é interessante que seus alunos já leiam pequenos textos, porém caso sua turma tenha aluno que ainda não lê com compreensão, ou seja, apenas decodifica, acompanhe-o de perto e aproveite as atividades propostas no computador para desafiá-lo em suas hipóteses.


Consideração Inicial

Esse Projeto será efetivado com os alunos, cujo tema escolhido foi “Poetas na Escola”. O tema tem o objetivo de trazer para a criança o gosto pela leitura e a produção de textos.
A escolha do tema veio da necessidade em trabalhar leitura de poema de um modo geral, clássicos e não clássicos, que atende as questões no incentivo à leitura, a construção de textos poéticos, exercícios gramaticais. Um assunto capaz de despertar no aluno o interesse a conhecer a poesia em sua construção, forma e estilo. Que desperte também a construção de poesia, fazendo surgir nesse meio os artistas escritores e poetas que acreditamos ter em cada um de nós.
A criança irá apreciar, se deliciar e se surpreender com estas atividades, percebendo que a leitura e a arte abrem caminhos para a conscientização sobre fatos atuais e de todos os tempos. E que ainda mais, a leitura faz parte da bagagem necessária para escrever bem, comunicar-se bem, viver bem. Com um recurso a mais, ou seja, as tecnologias facilitará a compreensão.

Estratégias e recursos da aula

As atividades serão desenvolvidas através de oficinas. Cada oficina corresponde em apenas uma aula, sendo distribuídas da seguinte forma:

Oficina 1: Reconhecendo poemas.

• Conversar com os alunos sobre “O que é poema”;
• Apresentar o poema... (usando computador e data show)
• Os alunos deverão pesquisar na internet um poema qualquer e copiá-lo no caderno (pedir para anotar o nome do autor);
• Bate-papo. Pedir para alguns alunos comentarem o que leram e entenderam do poema.

Oficina 2: Sabendo um pouco mais sobre poemas.

• Entregar cópia xerocopiada da poesia... e o exercício seguinte:

Como sabemos que esse texto é um poema?

Por que é diferente de uma notícia de jornal ou de um conto de fadas?

Qual é o assunto do poema?

O que os poemas podem dizer afinal?

Quantas estrofes há no poema?

Quantos versos há em cada estrofe do poema?

Pesquisar na internet ou no dicionário e anotar no caderno, o conceito das palavras poema e poesia.

Explicar o que é: verso, estrofe, rimas, poema, poesia.

• Bate-papo.

Você gosta de poema?

Sabe o nome de algum poema?

Sabe o nome de algum poeta?

Tem algum poema preferido?

Oficina 3: Ouvindo e lendo poemas e conhecendo um pouco mais sobre poemas.

Familiarizar o grupo com poemas consagrados da literatura brasileira.
• Organizar a sala em grupos com 3 ou 4 alunos;
• Distribuir cópias dos poemas selecionados. Cada grupo lerá um único poema de cada vez e um aluno escolhido irá à frente contar aos outros grupos o que leu.
• Em seguida fazer em forma de rodízio com que os poemas selecionados circulem todos os grupos. Assim todos os alunos terão o privilégio de conhecer poemas considerados clássicos. Exemplo: Infância (Carlos Drummond de Andrade), Na Minha Terra (Álvares de Azevedo), Cidadezinha (Mário Quintana), Pátria Minha (Vinicius de Moraes), Canção do Exílio (Gonçalves Dias).

Oficina 4: Brincando com emoções e palavras (rimas).

Sensibilizar o aluno para perceber e identificar rimas no poema e assim criar suas próprias rimas.
• Distribuir cópia xerocopiada do texto “Duas dúzias de coisinhas à-toa que deixam a gente feliz (pode ser outro);
• Pedir para citarem, desenharem ou escreverem coisas do dia-a-dia que os deixam felizes (insistir para observarem as pequenas coisas e não as grandes coisas);
• Conversar com os alunos sobre o texto: o que acharam, o que sentiram, etc;
• Falar sobre rimas e assimilar com eles as rimas do poema;
• Em grupo com 3 alunos pedir pra produzir um texto no “Microsoft Word” com suas “duas dúzias de coisinhas à-toa que os fazem felizes”. Incentivar o uso de rimas;
• Depois de pronto cada grupo lerá para a turma o texto que produziram.

Oficina 5: Brincando um pouco mais com palavras: rimas e repetições.

• Pedir para pesquisarem no dicionário o significado de rima e repetição;
• Perguntar aos alunos se conhecem a quadra em poemas;
• Passar em data show as quadras seguintes para serem trabalhadas as rimas;

Não sei se vá ou se fique
Não sei se fique ou se vá
Ficando aqui não vou lá
E ainda perco o meu pique
Ô seu moço inteligente
Faça o favor de dizer
Em cima daquele morro
Quanto capim pode ter?

• Produção de texto. Individualmente o aluno produzirá uma quadra poética usando rimas;
• Mostrar também que existem outras formas de brincar com as palavras como fez Manuel Bandeira com o poema “A onda”.
A onda
a onda anda
aonde anda
a onda?
a onda ainda
ainda onda
ainda anda
aonde?
a onda a onda.

Esse poema de Manoel Bandeira é considerado sonoro e musical.
Questionar:
• Qual é o som que se repete?
• Qual a palavra se repete? Posso ouvir som das ondas?
• Ensinar aos alunos que os efeitos de sons num poema se fazem com a repetição de palavras. Mas o estudante deve prestar atenção que ao criar um poema precisa se preocupar não só com a sonoridade, mas também em formar um texto com sentido para o leitor.

Oficina 6: Acróstico

• Distribuir cópia do acróstico do poema popular Patativa do Assaré.

Posso dizer que cantei
Aquilo que observei
Tenho certeza que dei
Aprovada a relação
Tudo é tristeza e amargura
Inteligência e desventura
Veja, leitor, quanto é dura
A seca no meu sertão

• Cada aluno deverá produzir um acróstico com seu nome e falar de si;
• Preparar um mural com esses acrósticos.

Oficina 7: Recordando o que vimos e ouvimos.

• Fazer uma breve recordação do que foi trabalhado no projeto;
• Ponto máximo do projeto: produção individual de um poema;
• Conversar com os alunos sobre alguns temas que dariam bons poemas.

Relembrar que a rima pode dar aos poemas um charme a mais.
• Produção dos textos;
• Correção;
• Aperfeiçoamento dos textos;
• Elaboração de mural para a exposição dos poemas.


Observações

Todo material utilizado deverá ser selecionado previamente com a participação dos alunos. A aceitação e o envolvimento com o projeto acontecerá de forma entusiasmada, proporcionando prazer e uma releitura do seu papel dentro da comunidade escolar.


Avaliação

O processo avaliativo é uma etapa fundamental em qual atividade, sendo assim, durante todo o processo, observe as colocações dos alunos e considere todos os problemas levantados, explicando ou demonstrando o porquê da escolha certa.

SOCIALIZANDO UMA EXPERIÊNCIA COM PROJETO EM SALA DE AULA

Projeto: “Chá Literário”

A idéia de desenvolver este projeto partiu da necessidade de se trabalhar usando as tecnologias para concretização da atividade do curso sobre Tecnologias na Educação. Uma vez que, já havia trabalhado planejamento de aulas, mas não tinha ainda a experiência com projetos e os recursos tecnológicos, considerando que o conteúdo proposto favorecia tal proposta e que eu já contava com um público alvo, os alunos.
Os participantes da experiência são alunos da EJA da 5ª série, usamos como instrumento norteador o planejamento, o software, e as orientações do guia do cursista tudo com registro tendo a finalidade de ajudar a pensar e construir a análise.
A proposta foi trabalhar um “Chá Literário” onde prevaleceu a pesquisa e organização da atividade sobre Poema. De posse das tecnologias que estão modificando o relacionamento com a mídia tradicional, naquele momento percebi que os alunos deixaram de ser meros receptores ou consumidores de imagens e notícias e assumiram o perfil de produtores de imagens e de editores de notícias, enfim, são emissores.
Usamos as tecnologias para pesquisar os diversos tipos de poemas, após exposição das pesquisas, utilizou-se da filmagem e registro de tais resultados, após a seleção dos melhores poemas gravamos na voz de alguns alunos a leitura dos poemas selecionados, montamos um grupo para digitar os convites para a culminância do projeto, enquanto outros lançavam no PowerPoint a apresentação dos poemas classificados que posteriormente seriam lançados no data show para apreciação no Chá Literário com a participação de todos os alunos da 5ª série.
O que ficou como resultado positivo é que a apropriação cada vez mais de conhecimentos para a ampla utilização das ferramentas tecnológicas disponíveis nos dias atuais, acaba criando possibilidades de uso dessas tecnologias que aguce no aluno o interesse pelo o conteúdo proposto com maior capacidade de interpretação, síntese e criatividade, uma vez que, a escola é o espaço apropriado para ensinar como as pessoas devem se portar diante das tecnologias.
O conteúdo trabalhado desenvolveu um conjunto de inovações e atividades com interesse didático-pedagógico, como: intercâmbio, produção de texto em poemas, elaboração de convites, permitindo desenvolvimento de um ambiente de aprendizagem centrado nas atividades, na importância da interação social e no desenvolvimento de um espírito de colaboração e de autonomia nos alunos.
As contribuições favoreceram os alunos em múltiplas experiências, como o aprender a interdisciplinaridade no momento em que realizávamos o projeto. Ficou percebido que a integração das novas tecnologias nas aulas está gerando grandes expectativas, pois estes novos recursos, percebidos só agora, coloca algumas possibilidades de trabalhos mais atrativas e potencialmente inovadores, que se pode pensar em atividades diversas dentro do planejamento disponível.
Diante desta realidade a aprendizagem caracteriza um novo paradigma, em que aprender passa a ganhar um novo significado, deixando de ser visto como uma simples aquisição e acumulação de conhecimentos, passando a ser concebido como um processo de apropriação individual e redefinindo o relacionamento estabelecido entre professor-aluno. A tecnologia sozinha não consegue ser a solução e colher os benefícios das mesmas. A aprendizagem se dá através da descoberta e o professor passa a ser um guia do aluno, com o uso das tecnologias permite a interatividade, onde o aluno adquire conhecimentos segundo os seus estilos individuais de aprendizagem e os conteúdos passam a ter sentido.

quarta-feira, outubro 6

Pensando sobre possíveis mudanças e contribuições das tecnologias

Numa sociedade de informações as habilidades de comunicar e negociar são condições de sobrevivência, pois o trabalho atual solicita, mais do que nunca, uma interação entre as pessoas e entre pessoas e máquinas. Requer, também, capacidade de resolver problemas, de síntese, de tomada de decisões, bem como a habilidade de gerar conhecimento novo ao longo da vida, levá-lo a aprender a pensar. Com a chegada das tecnologias está mudando a maneira de condução das pesquisas, de construção do conhecimento, a natureza das organizações e dos serviços, a forma de planejar e desenvolver atividades, implicando novos métodos de produção do conhecimento e, principalmente, seu manejo criativo e crítico.
Quando o professor norteia sua prática à aprendizagem fui positivamente. Para tanto, além de utilizar-se de recursos tecnológicos na sala de aula o educador terá como ação paralela sua mediação pedagógica, tornando suas aulas menos monótonas e mais motivadoras. Deste modo, o termo mediador refere-se à posição em que o educador coloca-se enquanto facilitador, incentivador ou motivador da aprendizagem. Essa ação produzirá um conhecimento significativo à vida do educando.
Promover diálogos constantes, trocar experiências, mediar debates, colocar os alunos frente a situações problemas são características de mediação pedagógica. Para tanto, faz-se necessário que o educador dê um novo sentido ao ato de educar e através de uma mediação onde o sujeito aprendiz torne-se o autor de ações que lhe possibilitarão atingir os objetivos desejados e assim venha crescer e se desenvolver. Portanto, sabe-se que os usos dos recursos tecnológicos na educação são necessários. Não basta escolher este ou aquele recurso a ser aplicado no processo de ensino aprendizagem, o importante é que o professor estabeleça uma mediação contínua, possibilitando a interação entre professor-aluno e aluno-aluno. Dessa maneira, a utilização da tecnologia na educação só terá importância enquanto instrumento facilitador da aprendizagem e para que isso aconteça é necessário traçar os objetivos que se pretende alcançar, para que assim saiba aonde quer chegar.
No mundo atual, dominar o mínimo possível dos recursos tecnológicos em especial os audiovisuais é de extrema importância. No entanto, não basta saber manuseá-los é necessário traçar objetivos que permitam ao professor nortear quando e aonde chegar. Dessa forma, o educando saberá direcionar e mediar o conhecimento teórico aos avanços tecnológicos.

sexta-feira, maio 21

O que é Hipertexto?

Hipertexto é um tipo de programa para a organização de conhecimento ou dados, a aquisição de informação e a comunicação. Ele veio alterar nossa noção de textualidade, pois é um texto plural, não possui um centro discursivo, margens, é produzido por um ou vários autores, está sempre mudando e recomeçando de maneira associativa, cumulativa, multilinear e instável.
A escolha por trabalhar hipertexto na educação vai ao encontro das teorias pedagógicas que defendem a autonomia, a interação e construção de conhecimento, sem contar que permite ao usuário, interagir dentro do próprio documento, proporcionando a interatividade e favorecendo a compreensão melhor do que se conhece, tanto na forma de usuário quanto na posição de autor. É, portanto, um recurso que pode ser utilizado também no planejar do professor como auxílio de aulas mais dinâmicas.
Os meandros do hipertexto proporcionam ao leitor uma experiência lúdica (para os mais experientes) ou confusa (para os iniciantes), porém, sabemos que “ler é preciso”, não importa o suporte escolhido. Os links possibilitam um passeio por múltiplos textos, os programadores determinam uma palavra para fazer esta ligação. O link é na verdade, uma ponte, um encontro entre produções textuais diferentes, propicia o fim das rígidas fronteiras entre os textos.
A navegação mostrou caminhos antes não percorridos, favorecendo assim a minha compreensão do que venha ser hipertexto com possibilidade de crescimento profissional.

quinta-feira, abril 22

COMENTÁRIO SOBRE O VÍDEO - PROFº LADISLAU


Segundo o prof. Dr. Ladislau, no vídeo “Educação e Tecnologia” é preciso repensar a escola e a educação como algo mais abrangente que vai além das quatro paredes e isso se fazem com planejamento articulado com a realidade da clientela. Assim, ela deixa de ser repetitiva, como uma cartilha a ser seguida. A escola e a educação são significativas quando permitem a apropriação da cidadania pelo aluno, e isto se faz desde a infância fortalecendo as bases da socialização: o Eu com o outro, o Eu no mundo e para o Outro. Não contribui em nada ensinar por ensinar, precisa ter em mente o que quer alcançar e como alcançar.

QUEM SOU COMO PROFESSOR E APRENDIZ


Atualmente não atuo como professora, mas com as tecnologias disponíveis, no meu trabalho fiz e faço a direfença. Pois, sei que nem todas as invenções tecnológicas são relevantes para a realização de derteminada atividade como também para ser colocada como sugestões à equipe que acompanho.
Mas, acima de tudo, as que temos disponíveis hoje, que aumentam os nossos poderes intelectuais que é nossa capacidade de adquirir, organizar, armazenar, analisar, relacionar, integrar, aplicar e transmitir informações, não podemos ignorá-las ou mesmo ter receios em manuseá-las.
Vejo que, enquanto cursista, as escolas podem e devem ser um ambiente de aprendizagem, onde a internet, a web, correio eletrônico, entre outros, precisarão estar no centro delas e se tornarem parte de sua rotina. As crianças de hoje já nascem no meio tecnológico e se nós enquanto profissionais esquivarmos a esse mundo não teremos espaço no mercado de trabalho, que a cada dia exige mais do profissional.Considerando que o professor é um eterno aprendiz, as tecnologias contribuem para a criação de novas estratégias de ensino, aprendizagem e auto-capacitação, sendo um portador confortável dos novos sistemas culturais e com práticas interativas.